O ideal para análise morfológica, seria antes da avaliação propriamente dita, obter as informações sobre idade, sexo, diagnósticos prévios, medicações em uso e histórico do paciente analisado. Isto facilitará e muito a avaliação morfológica.
Em relação à analise morfológica, avalia-se se o esfregaço apresenta macroscopicamente um forma aceitável
A seguir promove-se a colração da lâmina, com os seguintes corantes: panótipo de Pappenheim, May-Grunwald/ Giemsa, Leishman, entre outros.
Primeira análise no aumento de 100x ou 200x: objetivo avaliar a distribuição das células. Vasculhar o final do esfregaço, para descartar a presença de coágulos, grumos plaquetários, leucocitários entre outros.
Figura acima aumeto de 1000x evidencia-se grumos plaquetários.
A seguir com aumento de 400x análise de forma geral o local, onde as células encontra-se separadas entre si, sem prejudicar a análise morfológica por aglomerados celulares.
Após esta fase com aumento de 1000x com óleo de imersão inicia-se a análise da hemácias, com o obejtivo de analisar variações do tamanho, forma, coloração, fragmentos de hemácias, policromasia, inclusões intracitoplasmáticas.
Figura acima ilustra Anisocitose: variação do tamanho das hemácias.
Figura acima ilustra Poiquilocitose, variação da forma das hemácias
Ao término da análise das hemácias, inicia-se a contagem de leucócitos (os livros orientam a análise no aumento de 1000x).
A seguir análise de plaquetas, visando avaliar o tamanho, presença de plaquetas agrupadas, ao redor de leucócitos.







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